Preces | Nª Srª Orada | Castelo Branco



LENDA DA SENHORA DA ORADA
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Uma donzela da vila, filha de pais honrados, foi acometida de uma terrível moléstia que lhe fez inchar muito o ventre.
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O pai pensando que ela se tinha esquecido do que devia a si e aos seus, levou-a a um lugar cheio de matos e bosques incultos, onde havia muitos animais ferozes, decidido pôs a filha à ferocidade deles. Esta, que estava inocente, implorou à misericórdia da Santíssima Virgem, a qual lhe apareceu, dizendo-lhe que não temesse nada que ela lhe valeria. Disse-lhe que o inchaço era produzido por uma cabra que se havia gerado no ventre, que fosse para casa e dissesse ao seu pai que mandasse aquecer um pouco de leite e que ao cheiro dele, sair-lhe-ia a cabra pela boca. Assim fez e o resultado foi como se esperava.
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O pai da Donzela, mandou logo construir na tal brenha onde tinha exposto a filha, e na ermida colocou a pele de cabra. O local da aparição da Nossa Senhora da Orada, em memória da oração que ali fizera a filha, e na ermida colocou a pele da cabra.
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O local da aparição da Nossa Senhora da Orada encontra-se assinalado com uma cruz de pedra, que fica próximo da capelinha.Recolha efectuada em S. Vicente da Beira Concelho de Castelo Branco.
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Sal da Terra | Salinas de Rio Maior

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Sal da terra


Marinhas do sal de Rio Maior

  • Longe do mar um filão de água atravessa massas subterrâneas de sal-gema sedimentadas por séculos de afastamento do oceano de Rio Maior.

    Marinheiros do sal num vai e vem ancestral de baldes, balanços de picotas e, hoje, de sulcos de água bombeada a motor enchem irregulares talhos de cimento com água sete vezes mais salgada que a do mar, que o sol e o vento, no verão de todos os anos, se encarregam de transformar em flor, cristais e, mais tarde, queijos de sal.

    Semana a semana, pás de marinheiros arquitectam, em eiras, pirâmides de branco batido e incandescente sal grosso.
    Nos casarões de madeira da Cooperativa, guardiões de toneladas de sal, hábeis mãos de mulheres as(sal)ariadas, em movimentos rápidos e ritmados separam impurezas enchem sacas e sacos separados por kilos certos rumo às padarias alemãs, à salga do bacalhau, à higiene pessoal, ao consumo doméstico ou à extracção do calcário da água, no mercado nacional.

Feira da Ladra | Lisboa







Com origem na Idade Média, século XIII, a Feira da Ladra é o mais antigo mercado de Lisboa que ainda tem lugar nos dias de hoje.

Situada no Campo de Santa Clara, na freguesia de São Vicente de Fora desde 1882, a Feira percorreu anteriormente muitos outros

locais históricos da cidade.

Todas as terças feiras e sábados, do nascer ao pôr-do-sol, por tendas, bancas ou mesmo por panos espalhados no chão, a Feira da

Ladra expõe os seus produtos, sobretudo velharias e material usado. Livros, roupas, loiças, material de escritório, moedas, discos,

cd’s, calçado, fotografias, móveis e mais o que a imaginação consiga conceber, tudo encontra na Feira da ladra e a preços reduzidos,

num dos bairros históricos da cidade de Lisboa.

http://www.guiadacidade.pt/portugal/index.php?G=monumentos.ver&artid=16463&distritoid=11